
O governo eleito sob a bandeira da "picanha e cerveja" e da justiça social entrega, até agora, um cenário de incerteza econômica. Para as famílias cristãs, que prezam pelo provimento e pela dignidade do trabalho, o aumento real do custo de vida e a carga tributária crescente são sinais de que as promessas de campanha ficaram pelo caminho. Enquanto o discurso oficial fala em "reconstrução", o bolso do trabalhador sente o peso de uma economia que não decola e de gastos públicos que parecem não ter fim.
O que mais assusta a base conservadora e religiosa não é apenas a falha na gestão, mas a falta de um freio institucional. A imagem da Justiça, tradicionalmente representada por uma balança equilibrada e olhos vendados, parece ter ganhado uma nova interpretação em Brasília.
Vigilância Seletiva: Enquanto críticos do governo enfrentam inquéritos rigorosos e censura em redes sociais, falhas graves de gestão e indícios de irregularidades no Executivo parecem passar por um "filtro de invisibilidade" nos tribunais superiores.
Parceria Ideológica: A percepção é de que o Judiciário deixou de ser um fiscal da lei para se tornar um aliado estratégico, validando medidas que ferem a autonomia dos estados e a liberdade individual, desde que favoreçam o projeto de poder atual.
Para o cristão atento, essa "parceria" entre os poderes gera um ambiente de insegurança jurídica e moral. Quando o juiz não julga com imparcialidade e o governante não cumpre a palavra, o fundamento da verdade é abalado.
"Quando os justos triunfam, há grande glória; mas, quando os ímpios sobem, os homens escondem-se." (Provérbios 28:12)
A omissão das cortes em relação às promessas não cumpridas e aos excessos do Estado coloca a liberdade religiosa em uma zona de risco, onde questionar o sistema pode ser interpretado como "ataque às instituições".
Diante de um governo que não entrega o que prometeu e de uma Justiça que parece ter escolhido um lado, resta ao povo de Deus a vigilância e a cobrança. O Capital Gospel News continuará acompanhando os desdobramentos em Brasília, trazendo a verdade que muitas vezes é omitida pelos grandes veículos que também se tornaram dependentes das verbas oficiais.