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Alerta às PMEs: 43% das pequenas e médias empresas correm risco de falência em 2026

Levantamento revela que alto endividamento e proximidade da Reforma Tributária pressionam o caixa de empreendedores; juros elevados e busca por capital de giro são os principais vilões.

Por: Redaçao Fonte: Por Redação Capital Gospel News
21/02/2026 às 16h22
Alerta às PMEs: 43% das pequenas e médias empresas correm risco de falência em 2026
Aglomeração no setor de brinquedos da loja Armarinhos Fernando, na região da rua 25 de Março, no centro de São Paulo (Daniela Toviansky/VEJASP) Leia mais em: https://veja.abril.com.br/coluna/radar-economico/endividamento-pressiona-pmes-43-estao-sob-risc

O cenário para o empreendedorismo brasileiro em 2026 exige atenção redobrada e uma gestão financeira rigorosa. De acordo com dados recentes da coluna Radar Econômico, da VEJA, cerca de 43% das pequenas e médias empresas [PMEs] no Brasil estão hoje sob risco real de insolvência.

O levantamento, realizado pela consultoria W1 Business com 134 companhias de diversos setores, aponta que o endividamento é a principal barreira para a sobrevivência desses negócios. Atualmente, 59% das empresas analisadas possuem dívidas ativas, com um valor médio de endividamento na casa dos R$ 2,54 milhões — um número expressivo quando comparado ao faturamento médio anual de R$ 8,62 milhões registrado por essas mesmas organizações.

Os setores de transporte, serviços e comércio varejista são os que apresentam maior comprometimento da receita com dívidas de curto prazo. Segundo especialistas, o uso recorrente de empréstimos para cobrir o capital de giro, agravado pelas taxas de juros que permanecem em patamares elevados, criou um "efeito bola de neve" difícil de estancar.

Além da pressão imediata das dívidas, o mercado observa com cautela a chegada de 2027. Com a entrada em vigor da Reforma Tributária, a expectativa é de um aumento na carga fiscal para o setor de serviços, o que pode sufocar ainda mais as empresas que não organizarem suas finanças nos próximos meses.

Para o público do Capital Gospel News, o dado serve como um importante chamado à prudência e à "boa mordomia" dos recursos. Em tempos de incerteza econômica, a renegociação de débitos e o corte de gastos supérfluos tornam-se ferramentas vitais para manter as portas abertas e o sustento das famílias que dependem desses negócios.


Fonte: Com informações de VEJA [Coluna Radar Econômico]

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