TEERÃ/WASHINGTON – Em uma operação militar sem precedentes que altera o curso da história no Oriente Médio, a morte do Aiatolá Ali Khamenei, o Líder Supremo do Irã, foi confirmada neste sábado [28 de fevereiro de 2026]. O complexo fortificado do líder, em Teerã, foi alvo de ataques aéreos precisos coordenados entre as forças de Israel e dos Estados Unidos dentro da missão batizada como "Operação Epic Fury".
O primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, em um pronunciamento televisivo à nação, confirmou que a inteligência israelense obteve provas contundentes do fim do regime pessoal de Khamenei.
"Há sinais claros e crescentes de que o ditador se foi. O coração da tirania que exportou terror por décadas foi atingido. Esta é uma chance única em uma geração para que o nobre povo do Irã retome seu país. Saiam às ruas e completem a tarefa de derrubar o regime que faz suas vidas miseráveis."
O presidente dos EUA, Donald Trump, utilizou suas redes sociais e um comunicado oficial da Casa Branca para confirmar o sucesso da missão. Em seu estilo característico, Trump não poupou palavras para descrever o significado da morte de Khamenei.
"Khamenei, uma das pessoas mais malignas da história, está morto. Isso não é apenas justiça para o povo do Irã, mas para todos os grandes americanos e cidadãos de muitos países que foram mortos ou mutilados por ele e seu bando de capangas sanguinários. Ele não conseguiu escapar de nossos sistemas de rastreamento altamente sofisticados. O maior momento para a liberdade do Irã chegou."
Fontes de inteligência indicam que o corpo de Khamenei foi localizado sob os escombros de sua residência oficial. Enquanto o governo iraniano inicialmente tentou negar os fatos, a ausência de uma "prova de vida" e os relatos de celebrações em bairros de Teerã reforçam a queda do líder que governava o país desde 1989.
Especialistas apontam que a morte de Khamenei cria um vácuo de poder imediato na República Islâmica, podendo levar ao colapso da Guarda Revolucionária. Em Israel e nos Estados Unidos, as forças permanecem em alerta máximo para possíveis retaliações de grupos extremistas
A confirmação da morte de Ali Khamenei não é apenas um evento político; é um sismo que reverbera nas fundações da geopolítica mundial e nas interpretações escatológicas de milhões de cristãos.
Para muitos estudiosos das profecias bíblicas, o Irã moderno é identificado como a Pérsia bíblica, mencionada em livros como Ezequiel (capítulos 38 e 39) e Daniel. A queda de um líder que centralizava o poder teocrático e a máquina de guerra iraniana levanta questões cruciais:
O Vácuo de Poder: A Bíblia descreve movimentos de nações no "tempo do fim". A desestabilização completa do Irã pode acelerar alianças políticas entre outras nações da região.
O Fim de um Ciclo: Líderes cristãos ao redor do mundo veem a morte de Khamenei como uma intervenção divina para proteger Israel, alinhando-se com a visão de que "Deus abençoará os que abençoarem Israel".
A morte do Líder Supremo gera consequências imediatas que o mundo observa com tensão:
Colapso dos Proxies: Sem o financiamento e a orientação direta de Teerã, grupos como o Hezbollah no Líbano e milícias no Iraque e Iêmen podem entrar em colapso ou se fragmentar, enfraquecendo drasticamente a rede de influência iraniana.
Crise de Sucessão: A Guarda Revolucionária Islâmica tentará manter o controle, mas a falta de uma figura carismática e de autoridade máxima como Khamenei pode gerar uma guerra civil interna pelo poder.
Preço do Petróleo: Com o risco aumentado sobre o Estreito de Ormuz, a economia global se prepara para uma alta nos preços dos combustíveis.
aliados ao antigo regime.