
Por Redação Capital Gospel News 28 de Fevereiro de 2026
Em uma madrugada de intensa atividade militar neste sábado, o cenário geopolítico no Oriente Médio sofreu uma reviravolta drástica. Os Estados Unidos, em coordenação estreita com Israel, lançaram uma ofensiva militar conjunta contra alvos estratégicos no Irã, marcando a escalada mais significativa do conflito na região nas últimas décadas.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, confirmou a operação em um pronunciamento firme, denominando-a de "ação defensiva" necessária para neutralizar ameaças "iminentes" ao território americano e aos seus aliados.
Em um discurso contundente, Trump foi além da resposta militar pontual e declarou explicitamente que o objetivo dos EUA é a mudança de regime em Teerã.
Destruição de Infraestrutura: Trump afirmou que a operação busca reduzir a pó a indústria de mísseis balísticos do Irã e aniquilar sua marinha.
Apelo à População: O presidente americano fez um apelo direto ao povo iraniano, incentivando uma insurreição para assumir o controle do governo, afirmando que [c]a hora da sua liberdade chegou[c].
Ameaça à Guarda Revolucionária: Trump alertou os membros da Guarda Revolucionária Islâmica para deporem as armas, oferecendo imunidade ou enfrentando "morte certa".
O Irã não tardou em responder à ofensiva. Relatos indicam que mísseis iranianos foram lançados contra uma base da Marinha dos EUA no Bahrein, onde está sediada a Quinta Frota americana. Além disso, explosões foram ouvidas em outras partes da região, incluindo relatos de ataques de drones contra Israel.
O Ministro das Relações Exteriores do Irã classificou o ataque como "ilegal e ilegítimo", sinalizando que o país estava preparado para este confronto. A comunidade internacional observa com temor, enquanto o risco de um conflito regional de grandes proporções atinge níveis críticos.
Esta ação militar ocorre após o fracasso definitivo das negociações nucleares em Genebra, que vinham sendo mediadas por Omã. A administração Trump intensificou a pressão militar nas semanas anteriores, enviando reforços massivos para a região, constituindo a maior força militar dos EUA no Oriente Médio desde 2003.